Violão barato ao lado,
tentando chamar minha atenção,
pedindo o meu abraço,
querendo o toque da minha mão.
chama o violão,
pede a caneta,
grita o pincel:
- A mão, a mão...
Não, agora estudo,
não só o meu caminho,
mas todo o mundo,
já parti do meu ninho!
Sem solidão,
sem ilusão,
sem sentido.
Sou a razão!
(Carlos Ítalo Nogueira Alves)
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
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