Ferido, destituído de tudo,
forças, nervos, cérebro cascudo.
Sopra o vento, algo muito estranho,
brisa de ferro, mercúrio, estanho...
Diferente dos outros dias,
era chuva de pedras de ouro,
que ninguém ver podia,
corrente do rio de fogo.
Era tudo muito torto!!
A madeira de brilho raro,
o ouro de brilho morto,
onde comiam barro,
bebiam muito soro.
Ouço gritos,
calam-se os grilos.
Gritam, gritam,
gritam, gritam.
O calor sufocante,
a água escaldante,
choram cientistas,
lamentam estudantes.
( Carlos Ítalo Nogueira Alves )
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
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