Preso nas lembranças
de quando era criança.
Sem destino,
Sem infância.
Sonhava
com um futuro,
não imaginava
neste destino duro.
Faço carvão,
nosso ganha pão.
Não!!
É escravidão!
Sem estudo,
o grito é mudo.
Absurdo!
Poucos têm tudo.
Perdido no mundo,
tanto que trabalhei,
hoje sou vagabundo,
pois não estudei.
O fim dos meus dias,
tardia!
Quero me livrar
desta carvoaria.
(Carlos Ítalo Nogueira Alves)
sábado, 14 de junho de 2008
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